domingo, 30 de agosto de 2015

COLETOR MENSTRUAL - A REVOLUÇÃO PRA QUEM MENSTRUA

Oi, gente! Hoje venho mais uma vez respostar o que escrevi para o Caveiras e Flores, só que desde o post até hoje, muita água passou por debaixo da ponte, então já vou postar de forma atualizada.
Vou falar sobre o coletor menstrual InCiclo, que é a marca que tive mais facilidade de acesso pra comprar e experimentar. Gostei tanto que acabei me tornando revendedora da marca, mas deixo claro aqui que sou entusiasta do coletor menstrual seja lá a marca que for, contanto que seja certificado e não traga riscos à saúde.
Primeiro vou apresentá-lo e depois fazer algumas considerações, visto que, infelizmente, pra algumas pessoas esse produto não é tão revolucionário assim.

Trata-se de um “copinho” de silicone medicinal hopoalergênico,flexível e reutilizável que é introduzido na vagina para coletar o fluxo menstrual. Basta dobrá-lo e introduzir no canal vaginal, que ele se abrirá, coletando o fluxo. Chega ao mercado para substituir os tradicionais absorventes descartáveis, internos ou externos, que são incômodos, fazem mal à saúde e ao meio ambiente.

Coletor menstrual InCiclo

Bom, mas por que “pra algumas pessoas esse produto não é tão revolucionário assim”?
Em 99% dos casos, por puro preconceito. Porque tem “nojinho” do próprio corpo. Não vou ficar discutindo muito isso aqui, senão o post fica gigantesco, mas a MINHA opinião sobre isso é que o sangue menstrual não tem nada de nojento, afinal de contas é o sangue que o corpo direcionou para nutrir um possível bebê. Sendo assim, imagino que essas pessoas não usam absorvente interno, ou nem se lavem durante a menstruação, né? Já que não pode ter contato com o sangue...
Só acho que quando não se conhece algo, não se deve sair falando mal sem saber do que está falando. Se acha nojento e não quer usar, simplesmente não use. Não julgo ninguém pelas suas escolhas, principalmente mulheres que já são julgadas e cobradas o tempo todo. Mas não acho justo que um produto que ajuda a tantas pessoas (inclusive homens trans) seja demonizado assim, já que ajuda a empoderar as mulheres, pra que estas conheçam o próprio corpo e não cedam à pressão da sociedade que sempre julga nossa vagina, sangue e fluidos como sendo sujos e impuros.


Vídeo explicativo:

Mas saindo dessa discussão e entrando na resenha, começo dizendo que esse produto transformou totalmente minha relação com minha menstruação. Eu me incomodava, muito mesmo. Chegava a emendar cartelas do anticoncepcional só pra menstruar com menos frequência. Só conseguia dormir em paz com absorvente interno (coisa que NÃO pode), e mesmo assim às vezes tinha que levantar no meio da noite correndo pro banheiro, porque senão vazava tudo. Sair de casa também, só com absorvente interno (+ o externo junto aff). Enfim, tinha que ficar trocando aquilo toda hora, sempre acabava vazando alguma coisa, era um horror... Agora não! Eu simplesmente me esqueço que ele está lá! Posso ficar no mínimo 8h sem nem mexer nele! Os absorventes convencionais levam a gente a achar que nosso fluxo é gigantesco, quando na verdade é muito menos do que a gente imagina! O cheiro é praticamente NULO!!! O sangue só produz mau cheiro quando em contanto com o ar, e como ele fica preso lá dentro o tempo todo, não produz cheiro e não “apodrece”, sendo assim, diminui muito o risco de infecções ou coisa do tipo, o que não acontece com os absorventes comuns, sejam eles internos ou externos. O InCiclo inclusive é indicado por ginecologistas, inclusive o famoso Dr. José Bento. Veja aqui (Miss Cup era o antigo nome do InCiclo.) 
Sério, gente, hoje em dia nem ligo mais de menstruar. Agora sim digo com todas as letras a frase “incomodada ficava a minha vó”. Só amores pelo meu coletor. Falarei sobre alguns tópicos:

1-      Preço

De início a gente leva um certo “sustinho” com o preço. Eu paguei R$79,00 no site oficial (também já pode ser encontrado em diversas lojas físicas ou com revendedores, consulte o mapa com os pontos de venda). Mas isso está longe de ser caro, visto que se trata de um produto reutilizável, com vida útil de cerca de 8 a 10 anos! Vou arredondar pra menos e usar 8 anos como referência. 8 anos = 96 meses. 79 reais / 96 meses = 0,822! Isso mesmo, gente, menos de 1 real por mês! Sendo que um pacote de absorvente externo de marcas razoáveis não saem por menos de 3 reais, muito menos o absorvente interno! E dependendo do ciclo da pessoa ela gasta bem mais de um pacote, né... até porque esses absorventes não podem ser usados por muitas horas.

É sério, gente, fiz as contas e não tá longe disso não! A pessoa menstruando por cerca de 40 anos (arredondei dos 10 aos 50), dá 480 meses. Gastando 15 reais com absorvente por mês, dá 7.200 reais! Mas com certeza tem gente que gasta bem mais que isso, né?!

2-      Praticidade

Bom, eu acho muito simples de lidar. Até porque, não é necessário ficar esvaziando toda hora. No início a gente fica com um pouco de nóia e preocupada, com medo dele estar cheio, mas vai ver e não tem quase nada... ele te permite usar direto até 12 horas seguidas (dependendo da intensidade do fluxo). Só tirar, esvaziar no vaso sanitário, dar uma lavadinha até mesmo com a própria duchinha e colocar de volta. Não tem perigo de infecção nem nada, porque não tem nada de sujo ali. Apenas secreção do seu próprio corpo. Então apenas lavar com água já basta. Mas é muito importante que as mãos estejam muito bem limpas. No banho, pode-se dar uma lavadinha melhor, com água e sabonete neutro. E ao final do ciclo, uma fervida apenas com água. A própria marca vende uma panelinha própria pra este fim, feita de ágata esmaltada, que não vai soltar nenhum componente prejudicial ao silicone durante a fervura (não é recomendada a fervura em panelas comuns). Mas no próprio site eles explicam que também pode ser fervido no microondas em recipiente próprio e ele estará pronto pra outra. Deve-se usar apenas água na fervura, pois o acréscimo de outras substâncias pode interferir na durabilidade do silicone. O amarelamento do silicone é normal.

Quanto ao uso dele em banheiros públicos, também não é o fim do mundo. Ele pode ser esvaziado normalmente e higienizado apenas com papel higiênico antes de ser colocado de volta. A quem tem uma preocupação maior, pode levar uma garrafinha de água na bolsa, mas não é necessário. Basta dar uma higienizada melhor na próxima vez que tirar. E gente, se a pessoa se programar direitinho, ela nem vai precisar retirá-lo, dependendo do tempo que for ficar fora de casa. Só quem tem um fluxo muito intenso. E gente, essas formas de higienizá-lo que citei, dependendo da situação, são sim totalmente eficazes, não trazem risco pra saúde, visto que todas essas são orientações do próprio SITE DO INCICLO. Lembrando mais uma vez que, principalmente em banheiros públicos, as mãos precisam ser muito bem higienizadas antes de lidar com o coletor, então aconselho mais levar um vidrinho de gel antiséptico pras mãos do que uma garrafinha d'água pro coletor.

Não ter que ficar esvaziando toda hora é uma das grandes vantagens do InCiclo 

3-      Respeito aos animais e ao meio ambiente

Bom, acho que fica meio óbvio, né?! Imagina só a quantidade de absorventes comuns que cada pessoa joga no lixo por ano. Agora multiplica isso por todas as pessoas que usam absorvente no mundo inteiro!!! Sem falar que trata-se de lixo que não é reciclável, e que demora séculos pra se decompor! Sem falar que é praticamente impossível achar no mercado uma marca de absorventes que não testa em animais. E o InCiclo não testa! Que eu saiba só agora apareceu uma marca vegana aqui no Brasil, mas imagino que deva ser muito difícil de achar, com certeza é mais cara, gera lixo também (apesar de ser menos agressivo ao ambiente), e tem a desvantagem do desconforto, do abafamento, das bactérias, do tempo de troca... os coletores menstruais de silicone saem ganhando disparados...

             Atualização: descobri recentemente que a marca InCiclo não faz testes em animais, mas infelizmente a marca do silicone usado por eles (Dow Cornig) faz esses testes. Por ser silicone medicinal já era de se esperar, né... mandei também e-mail pra marca que fabrica o TPE do coletor da marca Me Luna e ao que tudo indica (a péssima forma que fui tratada), também fazem testes em animais, por ser um produto destinado a uso medicinal. Aí vai da consciência de cada um. Eu particularmente optei por continuar usando e revendendo o coletor, porque pelo menos é um produto que vai ser comprado 1 vez e usado por anos, diferente dos absorventes tradicionais que, além das próprias marcas fazerem testes em animais, ainda gera uma quantidade gigantesca de lixo (e gera demanda pra marcas que não são livres de crueldade).

O coletor menstrual Inciclo não contém nenhum componente de origem animal e não passa por nenhum tipo de teste em animais.

4-      Conforto

MUITO confortável. Vocês não tem noção. Se colocar direitinho a gente simplesmente esquece que está usando. E olha que só usei ele por 2 ciclos*, nem peguei o jeito 100% ainda e já afirmo isso. Diferente dos outros, é perfeitamente possível dormir com ele. Não causa alergia, não tem abafamento da mucosa vaginal, não tem cordinha dependurada... pode-se usar com qualquer tamanho de calcinha (SE quiser usar calcinha). Pode usar pra nadar e praticar todos os tipos de esportes, sem se preocupar.
No caso do Inciclo, existem 2 tamanhos, A e B. Mas existem outras marcas de coletor que têm mais variedade de tamanhos. O modelo A é indicado pra mulheres com mais de 30 anos ou que já tiveram filhos, e o B, pra mulheres com menos de 30 anos ou que não tiveram filhos, ou pode variar de acordo com a tonicidade do assoalho pélvico também. Depende do corpo de cada uma. No meu caso eu uso o B, e cortei aquele cabinho, pois achei que não tinha necessidade dele pra tirar. Quanto ao uso por mulheres virgens, deixo aqui transcrito o que está no site do Inciclo:

           “Temos relatos de usuárias que são virgens e se adaptaram muito bem ao InCiclo. Tudo depende se a mulher se sente a vontade em usar.
          Essa é uma questão muito particular. Fisicamente, o copinho menstrual pode ser usado por mulheres de todas as idades, já que os músculos vaginais são flexíveis.
        O conceito de virgindade é muito relativo. O hímen é uma membrana fina com aberturas por onde o sangue passa. Se na cultura ou religião da família há preocupação em manter o hímen intacto, não aconselhamos o uso, já que existe a possibilidade de rompimento.”

             Ou seja, o InCiclo pode romper o hímen, mas isso não significa perder a virgindade. Virgindade se perde tendo relação sexual e ter o hímen intacto também não significa necessariamente ser virgem. Mas isso vai de cada uma escolher.

             InCiclo também pode ser usado por homens transgêneros! Acaba com o sofrimento de ter que ficar comprando absorventes e lidando com isso o dia inteiro. :)






O InCiclo pode ser usado durante a prática de qualquer atividade física!

5-      Eficácia

Cumpre 100% o que promete. Prático, ecológico e saudável. Não vou mentir, EU, particularmente, apanhei um pouquinho pra pegar o jeito. Mas isso varia de pessoa pra pessoa. O negócio é não desistir. A partir do momento em que aprendemos a colocar corretamente é perfeitamente seguro e não vaza. Se vazou, ou é porque colocou errado ou era algum restinho de sangue que ficou no canal vaginal na hora da retirada anterior. Ao colocar é sempre bom verificar se ficou certinho, se a borda está totalmente aberta. Recomendo o uso auxiliar de absorvente externo (ou protetor diário) ou até mesmo papel higiênico dobrado até pegar o jeito e certificar-se que não vai vazar mais. Depois é só alegria!

6-      Conclusão

Tem nem o que falar, recomendo sem nem pensar duas vezes!!! Uma das melhores aquisições que já fiz na minha vida! Valeu cada centavo!
Mesmo eu tendo falado tanto, sei que ainda restam muitas dúvidas. Não tinha como explicar tudo aqui, como coloca, como tira, como higieniza... mas deixo aqui o site do Inciclo onde vocês podem tirar suas dúvidas. Mas caso queiram, podem ficar à vontade para perguntar, respondo com o maior prazer. Comentários com brincadeiras ou nojinhos, não serão permitidos. Se acha nojento, não usa e pronto.

- Site do InCiclo: http://www.inciclo.com.br/pt/
- Perguntas frequentes: bit.ly/1Q2abNg
- Canal no YouTube: http://bit.ly/1IwQ6bz
- Página no facebook: http://on.fb.me/1VpArEc

Além do InCiclo, existem ainda outras marcas confiáveis como a MeLuna (ou Holy Cup no Brasil), Lunette, Fleur Cup, Lily Cup etc. A InCiclo é a única marca 100% brasileira. Têm todas as devidas certificações. Tomem muito cuidado com coletores muito baratos encontrados na internet, muitos não têm certificação e sua origem é duvidosa, além de poderem conter componentes tóxicos.

Se você mora em Juiz de Fora - MG ou região, pode adquirir seu InCiclo comigo. Também envio pra todo o Brasil. Para saber mais, acesse minha página do InCiclo no facebook.
          Se você optar por outra marca, também fico feliz do mesmo jeito. O que mais me importa é a redução do lixo jogado no planeta e salvar os animais dos testes cruéis que certas marcas de absorventes (principalmente aquele mais famosinho) fazem.


           Então é isso (tudo), gente! Rs. Espero que tenham gostado! Se gostou, compartilha pra galera esse produto maravilhoso e além de tudo, vegano!
           Logo logo pretendo fazer um vídeo com um "aulão" sobre os coletores menstruais, explicando detalhadamente sobre o uso, dobras, higienização etc. Aguardem!

*Já usei o InCiclo por cerca de 1 ano e meio e a cada dia tenho mais certeza de que foi a melhor escolha que fiz. :)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

RESENHA MAIONESE VEGETALE - SUPERBOM

Oi, gente, tudo bem?
           Hoje vou falar sobre um produto que muitas pessoas talvez nem saibam que existe (pelo menos industrializado): maionese vegetal

Eu particularmente adoro, seja pra passar no pão, na macarronese, salpicão ou no lanche. Quando me tornei vegana o desafio foi conseguir fazer em casa e aprendi! Vale muito a pena e eu aconselho a sempre fazer sua maionese, ainda mais que você pode trabalhar nela de várias formas, adicionar sabores diferentes, testar novas receitas e texturas. Sem falar que é sem conservantes. Mas pra quem ainda não sabe, não pode ou não quer fazer, existe a solução! Maionese Vegetale da Superbom. Achei aqui na minha cidade e nem pensei duas vezes antes de comprar. Na verdade se trata de um “molho cremoso ‘tipo maionese’”.
Resenha maionese vegetale superbom

RÓTULO

Segundo o rótulo, “a maionese Vegetale Superbom é elaborada com ingredientes da mais alta qualidade, 100% vegetais. Não contém ovos, não contém colesterol e possui a metade das calorias, quando comparada com as maioneses tradicionais”.
            A parte do colesterol é natural, afinal não existe colesterol em nenhuma fonte vegetal. E a parte da “metade das calorias” não sei de onde tiraram, pois comparada com aquela maionese mais famosinha de uma marca cruel é praticamente a mesma coisa, sendo 47kcal da Vegetale contra 40kcal da famosinha (em 1 colher de sopa). A Vegetale infelizmente também perde no quesito sódio apresentando 132mg contra 125mg da outra (também em 1 colher de sopa). Mas nota-se que a diferença é pouco significativa e eu, particularmente, não deixo de consumir por conta disso.

Ingredientes:
           Água, óleo vegetal, açúcar, amido modificado, sal, extrato de soja, óleo de mostarda, acidulante ácido láctico e ácido acético, espessantes goma guar e goma xantana, cobservador sorbato de potássio, corante natural beta-caroteno e antioxidante BHT. NÃO CONTÉM GLÚTEN.

PREÇO / ONDE COMPRAR

Bom, aqui na minha cidade é tenso comprar qualquer coisa vegana. Pago R$8,90 no pote de 250g. Mas andei pesquisando na internet e realmente o preço não abaixa muito além disso; o mais barato que encontrei foi a R$6,75 no Pão de Açúcar. Pra mim compensa, pois só eu como e depois de aberta ela ainda dura até 30 dias na geladeira.
           Na minha cidade ela pode ser encontrada nas lojas Mundo Verde, que é uma franquia presente em várias cidades do Brasil. Você também pode encontrá-la nas lojas de produtos naturais em geral.

APARÊNCIA / TEXTURA


Resenha maionese vegetale superbom

          Por mim não precisa melhor. É muito parecida com as maioneses tradicionais, ligeiramente menos amarela (imagino que seja a ausência dos ovos). É bem cremosa, consistente na medida certa.


           CHEIRO

Praticamente igual ao cheiro das maioneses tradicionais.

SABOR

Perfeita. Eu simplesmente adorei! Achei muito parecida com as maioneses tradicionais (e bem diferente de maionese caseira). O gosto é um pouquinho mais suave, mas eu até prefiro.

CONCLUSÃO

Super aprovada! Pode substituir as maioneses tradicionais em absolutamente tudo! Um dia desses fiz um sanduíche natural com carne de jaca desfiada e maionese Vegetale e ficou divino! Maionese perfeita pra colocar no lanche, cobrir uma deliciosa torta fria... também pode servir de base para patês!

Como eu disse anteriormente, eu aconselho dar preferência às versões caseiras, que além de tudo não geram lixo. Mas pra quem não pode abandonar a versão industrializada, ela cumpre perfeitamente o seu papel. A Superbom anda revolucionando o mercado vegetariano brasileiro. Espero agora ansiosamente pra experimentar o Vegan Cheese, queijo vegano (que já chegou na minha cidade, mas me recuso a pagar 42 reais em meio quilo de queijo. Apenas 1 loja vende  e realmente fica inviável vender mais barato. Espero que logo os grandes mercados disponibilizem também, assim virá em mais quantidade e o preço ficará mais acessível).

Bom, povo, é isso! Espero que tenham gostado da resenha! Já teve a oportunidade de testar a Vegetale? Conte aí nos comentários e compartilhe pra galera conhecer!
Até a próxima!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

TESTEI: DESODORANTE DE PEDRA HUME

Oiii gente! Hoje venho com mais um repost do que escrevi pro Caveiras e Flores sobre o uso da Pedra Hume (alúmen de potássio) como desodorante (não confundam com  pedra pomes, usada por pedicures, por favor rs).
          E quase 1 ano já se passou, então a resenha já virá atualizada. Comprei a pedra da marca Rapozo. 

1-      Preço

Não poderia ser melhor! Paguei R$7,10 em uma pedra de 130g que já ouvi falar que dura quase 1 ano! Sendo que os desodorantes que eu usava antes custavam cerca de 10 reais cada e mal duravam 1 mês. Aprovada!

2-      Praticidade

Bom, optei pela opção mais simples, somente a barra mesmo, pra experimentar. Mas sei que existem embalagens mais bonitinhas com tampa e tudo, próprias pra pedra ser usada como desodorante, mas que são bem mais caras. O único “problema” da pedra hume é que ela tem que ser umedecida antes do uso pra dissolver o mineral (isso também vale pra “embalagem bonitinha”), mas pra mim isso não dá trabalho nenhum. Deixo ao lado dela um pequeno vidrinho de válvula spray com água, aplico na pedra e a deslizo nas axilas. Aprovada!

           Atualização: uma pessoa com mais experiência no uso da pedra hume deu uma dica importante nos comentários! "
melhor umedecer a pele ao invés de molhar a pedra. Cada vez q se molha a pedra ela fica mais frágil, pois é solúvel e a água penetra por veios bem finos p seu interior, e com o tempo pode se desmanchar."

3-      Respeito aos animais e ao meio ambiente

Trata-se simplesmente de um pedaço de pedra, um mineral. Totalmente natural.
Não prejudica o meio ambiente visto que vem embalado numa simples película plástica, sem falar que dura muito. Se fosse um desodorante comum, seria uma embalagem jogada fora por mês, grande possibilidade de ser testado em animais e de ter ingredientes de origem animal. Aprovadíssima!

4-      Cheiro e “cor”

Não possui cheiro, é completamente inodora MESMO. Tem cheiro de pedra! Haha Pra quem gosta de um cheirinho no desodorante, sugiro fazer um desodorante usando a pedra hume em pó e água, acrescentando a essência que preferir.
             Não tem “cor”, é transparente. Ao ser aplicada, se dissolve como minerais diversos como o sal. Sendo assim, não mancha a roupa (não deixa resíduo), dá pra vestir camiseta de banda logo em seguida à aplicação! Aprovada!!!

5-      Duração

Bom, esse caso é realmente uma incógnita ainda, mas pelo que percebi até agora, vai durar horrores! Fiz essa medição da foto no dia 07/10/2014, cerca de 1 mês após a compra. Está marcando 6,8cm. É bem provável então que ela tenha vindo com 7cm quando comprei, mas esqueci de medir. Será então que gastarei cerca de 2mm por mês? o.O
Se for assim, a pedra vai durar quase 3 anos! Haha... acho que não, né? Se durar 1 ano já tá de ótimo tamanho... daqui há alguns meses meço de novo e volto pra mostrar pra vocês. Por enquanto, aprovada!

6-      Eficácia

Mas é claro que essa pedrinha linda não ia me decepcionar! Simplesmente perfeita! Não entendo por que esse tipo de coisa é tão pouco divulgado! Pra mim nunca existiu e nem vai existir desodorante melhor! Uso de manhã antes de sair pra faculdade (em torno de 6:30 da matina) e às vezes agarro fazendo trabalho o dia todo (acabo esquecendo até do banho), e quando percebo a noite já tá no fim e nada do “desodorante vencer”!  Quanto a combater o mau odor, tá mais que aprovada! Agora quanto à transpiração não sirvo muito como exemplo, já que suo muito pouco e não saberia dizer se ela realmente ajuda a controlar a transpiração. Que tal você testar e vir me contar?

          A pedra hume tem várias outras utilidades, além de ser encontrada em vários outras formas como em pó, líquido ou em pedras menores que o tablete. É adstringente, ótima pra ser usada após a depilação (pós barba também). É muito usada por manicures em machucados nas cutículas. 


            Então, gente, taí um produtinho que EU (não sei como funcionará pra você) SUPER indico! Estou totalmente in love por essa pedra. Pretendo comprar agora o potinho de pedra hume em pó, pra testar como desodorante pros pés. Se eu achar, venho contar pra vocês! Espalhem pros seus amigos, principalmente os vegans! Eles vão amar essa opção livre de crueldade!

              Até a próxima!!! :*


            ATUALIZAÇÃO
Gente, nesse meio tempo ouvi falar bastante sobre a pedra hume. O principal assunto era um possível risco à saúde devido à presença de alumínio na sua fórmula. Pesquisei e não consegui achar nada conclusivo. Uns falavam que fazia mal, outros falavam que o sulfato duplo de alumínio não é absorvido pela pele, então fica a critério de cada um escolher o que acha melhor.

           Eu continuei usando, a pedra diminuiu muito pouco de lá pra cá, mas sinto que parece que diminuiu a eficácia, não sei o porquê disso. Pretendo testar o desodorante caseiro com leite de magnésia (quando eu achar uma marca vegan aqui na minha cidade), mas pra quem não tem muito problema com mau odor nas axilas, a pedra hume é perfeita, pois dura muito mais que qualquer outro desodorante.

sábado, 22 de agosto de 2015

BIOMASSA DE BANANA VERDE: BENEFÍCIOS E RECEITA

              Oi, gente! Como eu disse anteriormente, hoje tem post extra! Falarei sobre a biomassa de banana verde e mostrarei como fazer.

              Hoje em dia as pessoas têm se preocupado mais com uma alimentação saudável e mais natural. E lendo sobre o assunto provavelmente você já deve ter esbarrado com a biomassa de banana verde. A quem nunca experimentou, deve causar certo estranhamento, pois consumir banana verde é praticamente impossível devido à sua textura adstringente que “trava” a boca. Mas com o cozimento isso não acontece e a biomassa fica perfeita pra usar nas mais diversas refeições.


               A polpa da banana enquanto verde é formada basicamente de amidos resistentes, ou seja, não são digeridos no estômago nem absorvidos pelo organismo, assim, não elevam em nada a glicose e insulina no sangue, como os carboidratos que consumimos mais comumente. Além do mais os amidos resistentes, funcionam como fibras, promovendo a saciedade e sendo digeridos seletivamente apenas pelas bactérias boas da nossa flora intestinal, o que contribui para um melhor funcionamento do intestino, prevenindo processos inflamatórios e obesogênicos, além de prevenir o câncer do cólon.
              Melhorando o funcionamento intestinal, a biomassa reduz a absorção de açúcares e gorduras pelo organismo, sendo ótima aliada a quem tem restrições alimentares.
              É rica em minerais essenciais, como fósforo, sódio, magnésio e potássio, além das vitaminas A, B1 e B2.

              Pode substituir creme de leite, leite condensado e maionese nas receitas veganas, pois age como um espessante. Não tem sabor marcante, então pode ser usada tanto em receitas doces como salgadas, como sucos, vitaminas, strogonoffs, maionese de biomassa, recheios de tortas, cremes de legumes, molhos, massas de bolos e pães, brigadeiro, pudins, mousses, sorvetes etc.
              Então vamos à receita?

              INGREDIENTES:

              Bananas bem verdes (a mais comum pra usar na biomassa é a nanica) de preferência orgânicas.
              Água o bastante pra cobrir as bananas na panela.

              PREPARO:

              Coloque pra ferver em uma panela de pressão, água o suficiente pra cobrir as bananas. Enquanto isso, destaque as bananas da penca, e corte os cabinhos com cuidado, de forma que não apareça a polpa. Lave bem as bananas com uma esponja. Quando a água ferver, coloque as bananas inteiras na panela e tampe. Quando começar a chiar, conte cerca de 8 a 10 minutos. Desligue o fogo e deixe a pressão sair naturalmente pra abrir a panela. As bananas deverão ficar cozinhando num total de aproximadamente 20 minutos.
              Abra a casca das bananas e retire a poupa. Coloque em um liquidificador ainda quente (tem que estar quente, pois se esfriar, a banana vai começar a esfarelar). 
Caso necessário, acrescente um pouco de água filtrada, apenas o bastante pra ajudar a bater, pois a massa fica um pouco pesada. Bata até ficar um creme liso e coloque em potes. Fiz com 12 bananas prata e rendeu esse pote cheio do gif (o pote tem cerca de 600ml de volume).
Textura da biomassa
              Dura 3 dias na geladeira e cerca de 3 meses no congelador. Pra descongelar, coloque em uma panela em fogo baixo com um pouco de água pra dissolver.

              E então, gente, o que acharam? Já fizeram receitas veganas gostosas com a biomassa? Me contem aí nos comentários! Eu já fiz um brigadeiro e ficou delicioso! Muito melhor do que o brigadeiro feito com leite condensado de soja. Confiram a receita lá no blog Gastrour, do qual faço parte! :)

              Espero que tenham curtido o post! Compartilhem pra galera conhecer esse alimento tão simples, barato e saudável!

              Até a próxima! 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

RECEITA DE "BANANEIXE" - GASTROVEGAN #1

Olá, pessoas! Tudo bem com vocês?

No curso de gastronomia tive que fazer um trabalho que consistia em escolher um ingrediente comum na minha região, que fosse sustentável por não precisar de grandes deslocamentos para ser encontrado, entre outros fatores. Escolhi a banana, que é super comum por aqui e pode ser totalmente aproveitada, inclusive as folhas! Posso fazer um post futuramente sobre a banana pois tem muita coisa pra falar! Aprendi bastante coisa interessante com esse trabalho! (Apesar de ter me atrasado toda e não ter conseguido entregar... rs)

Bom, a receita que escolhi é o BANANEIXE! São filés de casca de banana verde empanada, com alga nori pra dar o gostinho parecido com peixe! Receita criada pela linda da Caroline Messias! Ela postou no facebook e me apaixonei só pelo visual do prato, depois que experimentei então... *-*
           Usa-se a casca da banana já cozida na panela de pressão, que seria a sobra da biomassa de banana verde.



Bom, vamos à receita?

INGREDIENTES:
-1 penca de banana verde, sobras de biomassa (em torno de 12 unidades)
           -Alga Nori (cerca de 5 folhas)
           -1 xícara de farinha de trigo
           -1 xícara de água amassado

           -1 colher (sobremesa) de sal
           -1/2 colher (sopa) de alho amassado
           -1 colher (sobremesa) de Lemon Pepper
           -1/2 colher (sobremesa) de coentro em pó
           -1/2 colher (sobremesa) de cominho em pó
           -Fubá quanto baste pra empanar
           -Óleo quanto baste pra fritar (se for de girassol, melhor ainda).

PREPARO:
Fazer um creme homogêneo com a farinha, água e os temperos. 

Textura do creme
Dividir as cascas de banana ao meio e cobrir o lado de dentro das cascas com um pedaço de alga nori do mesmo tamanho. A alga deve ficar bem aderida à casca! Passar as cascas com alga no creme de farinha de trigo temperado e bater bem pra retirar o excesso de massa. 

           Passar as cascas banhadas com creme no fubá. Fritar em seguida em óleo abundante e bem quente. Escorra em papel absorvente e voilá!


          Pra levar pra faculdade fiz uma versão em isca, basta cortar o bifinho em pedaços menores após ajustar a alga ao tamanho da casca de banana. Quase não sobrou pra tirar foto!!! Apesar de não ter conseguido entregar, valeu a pena, o povo adorou!!! 

           Fica simplesmente delicioso com um limãozinho! Vai super bem pra acompanhar uma boa breja! Só tome cuidado, porque achar cerveja vegana tá tipo agulha num palheiro!
          E amanhã vai ter post de brinde! Sei que muitos ficaram curiosos sobre a biomassa, então vou mostrar como se faz, além de falar um pouco sobre ela!
          Gostou da receita? Compartilhe prozamigue vegan terem mais uma opção de petisco!


          Até a próxima! :)

domingo, 16 de agosto de 2015

O INÍCIO DA MINHA SAGA LOW / NO POO

              Ei, gente!
              Vamos ao post de hoje que é sobre "NO ou LOW POO". Vou repostar algumas coisas que fiz pro Caveiras e Flores. E como eu pretendo falar mais vezes aqui sobre essa técnica e a continuação da minha "saga" acho que seria bom colocar aqui os posts anteriores pra não ficar nada perdido.

              "Vou tentar resumir ao máximo aqui, mas é um pouco complexo pra fazer um post pequeno.
              Essa técnica se divide basicamente em 2 tipos: No Poo (do inglês “Sem Shampoo”) e Low Poo (pouco shampoo).
              Aparentemente foi criada pela britânica Lorraine Massey, escritora do livro Curly Girl e desenvolvedora da linha Deva Curl de produtos pra cabelos cacheados. Alguém aí lembra daquele difusor para secador em formato de mão que fez muito sucesso quando lançado? Então, ele faz parte dessa linha. A técnica foi feita originalmente para tratar os cabelos cacheados, para aumentar sua definição, reduzir o frizz e tratar. Mas a técnica pode perfeitamente ser usada pra QUALQUER tipo de cabelo. Basta ter paciência pra ver com quais produtos/rotina o cabelo se adapta melhor.
Lorraine Massey (foto do Facebook)
              Consiste basicamente em não utilizar certos ingredientes “proibidos” nos cabelos, tais como sulfatos, derivados do petróleo (petrolatos), parabenos, óleos minerais, silicones entre outros. Os sulfatos são detergentes muito agressivos para os cabelos, removendo a oleosidade natural dos fios. Mas esses detergentes são necessários para conseguir remover os silicones, petrolatos, etc  que ficam impregnados nos cabelos. Esses produtos apenas “maquiam” o cabelo e não tratam de verdade. Assim, se forma um círculo vicioso. Se usa petrolatos, apenas os sulfatos conseguem limpar. Mas se usou sulfato pra limpar, ressecou o cabelo e tem que usar petrolatos de novo pra “tratar” o cabelo e assim por diante.
              O resultado dessa técnica? Cabelos mais macios, com brilho, sem frizz e pra quem tem cachos, muito mais definição!

              LOW POO

              É um pouco mais fácil que o No Poo, por isso muitas começam por essa técnica para depois passar ao No Poo, ou continuam com ela. Usa-se apenas shampoos sem sulfatos. Vale ressaltar que shampoo sem sulfato e sem sal não é a mesma coisa. A ideia também é tentar diminuir a frequência das lavagens, para manter a oleosidade natural do cabelo. Pra quem tem cabelo oleoso também funciona, visto que quanto mais a pessoa lava, mais o couro cabeludo vai produzir óleo. A pessoa passa por um período de adaptação, diminuindo a frequência das lavagens, a quantidade de shampoo usada ao lavar e usa shampoo sem sulfato. Com o tempo, o couro cabeludo passa a produzir menos oleosidade e se consegue ficar mais tempo sem lavar.
              No caso de condicionadores, máscaras e finalizadores, o uso de silicones insolúveis é permitido, pois os shampoos sem sulfato conseguem remover esses silicones. Só não são permitidos os demais ingredientes (derivados do petróleo).

              NO POO

              É mais complicado pois fica proibido o uso de silicones insolúveis, visto que não se usa shampoo. O que pode ser feito então?
              Pode-se usar produtos naturais, como bicarbonato de sódio, vinagre ou chás no lugar do shampoo, usar produtos limpantes como o da Deva Curl ou lavar o cabelo com condicionador.
              Essa técnica de usar o condicionador na limpeza dos fios é conhecida como Co-Wash (“Co” de “condicionador” e “wash” de “lavar”). A partir do momento que não usamos petrolatos e silicones insolúveis nos cabelos, o condicionador é perfeitamente capaz de limpar os cabelos, visto que não existem produtos “grudentos” nos fios. A limpeza no caso é feita mecanicamente, por meio de massagem no couro cabeludo. Depois o cabelo é condicionado normalmente (pode até ser com o mesmo condicionador) e finalizado. Algumas pessoas preferem intercalar o Co-Wash com o Low Poo, pra garantir que o cabelo não ficará oleoso ou pesado. Isso varia muito de cabelo pra cabelo e cada um reage de uma forma. Também pode-se acrescentar um agente limpante no condicionador, o anfótero Cocamidopropyl betaine, que garante maior limpeza e passa a permitir que se use silicones nos demais produtos.


              Pro post não ficar mais gigante do que já vai ficar, coloco aqui o vídeo da Mari Morena explicando muito bem a técnica, falando quais ingredientes são liberados e quais são proibidos. Pra conseguir adotar uma dessas técnicas, o ideal é ter em mãos uma lista com todos os ingredientes proibidos pra vc ler os rótulos na hora de comprar seus produtos. Mas pra facilitar bastante, já existem listas prontas de produtos liberados pra cada técnica. Não colocarei aqui o link da lista original do grupo No / Low Poo Iniciantes do facebook, pois muitos dos produtos são testados em animais e não-vegan. Mas deixo aqui o link apenas da lista que fala sobre os ingredientes, pra ajudar a aprender a ler rótulos. Visitem o grupo Low/No Poo Vegano . Lá tem todos os produtos que podemos comprar sem medo. Liberados pra Low, No Poo, sem ingredientes de origem animal e não testados em animais!
               Pra iniciar a técnica deve-se lavar o cabelo com shampoo com sulfato ou anti-resíduos pela última vez, pra retirar qualquer produto proibido. Depois, basta seguir com a técnica. Caso tenha que usar proibidos em alguma situação (como salão de beleza, tintura e afins), use shampoo com sulfato pra retirar os proibidos e depois continue com a técnica normalmente.

              Começarei pelo Low Poo, mas pretendo mudar pro No Poo logo logo. Meu cabelo natural é cacheado, que já é mais ressecado por natureza. Fui à loja jurando que acharia a linha Color Fixation da Surya Brasil, que é liberada até pra No Poo, mas não tinha. Então acabei comprando o shampoo e o condicionador da linha Pós Progressiva da Bio Extratus.

Embalagens
Informações do rótulo
Composição

              É vegan, tem zero de Sulfatos, Petrolatos, Silicones e Parabenos (que não é proibido, mas é prejudicial à saúde). A máscara que eu tinha aqui e o finalizador (que também pode ser “batizado” pra usar no cronograma capilar) já serviam pra Low, então não comprei nenhum por enquanto. Hoje será minha primeira lavagem, vamos ver no que dá!
              Pretendo ir contando pra vocês a minha evolução à medida que o tempo for passando. Também pretendo experimentar novos produtos e fazer resenhas! Vou usar esses da Bio Extratus por um tempo e assim que eu tiver um veredicto sobre ele, faço uma resenha pra vocês (já fiz e logo repostarei)!

              E aí, gostaram da ideia do No / Low Poo? Parece complicado de início, mas basta estudar um pouquinho só que a gente já pega o jeito!
              Espero que tenham gostado do post! Se sim, que tal compartilhar com a galeres? Vai fazer um bem danado pros cabelos de todes! ^^"

                Até a próxima!

******Este é um post antigo que fiz pro Blog Caveiras e Flores, já tem continuação e resenha dos produtos, logo logo repostarei!
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